MICHAEL JACKSON
Como tudo na vida a Piauí também é imperfeita, porém alguns textos são impagáveis!
Assino a revista porque em cada edição existe, que seja ao menos uma, pérola, que compensa todo e qualquer esforço.
Na edição de Piauí_34, na capa e resultante no conteúdo, ter Exclusivo! Nenhuma linha sobre Michael Jackson, completou meu desejo!
Parabens!
Ataualpa Ribeiro Catalan, Bauru (SP)
PIAUÍ
Da cabeça. Oi. Não leio muitos sentidos numa revista que, magistralmente, fala o que quer. De quem quiser. É?, sei lá. Vocês são gênios, sabem. E , em geral, gênios precisam de umas broncas para não sairem dos trilhos e cairem no ostracismo, de gente como eu, Leitor. Se vez por outra a nau publicasse entrevistas com escritores, tipo os daqui mesmo, Veriss... Mill.. (eu sei, este sempre está por aí), Arnal Jab... Ferreira.. Goul... bom, voc´s* sabem. É só. P.S.: demorem a não ler nossas angústias, por favor. Rodapé: voc´s = anglicismo.
Weldher Rodrigues de Abreu , Guarulhos (SP)
DIÁRIO BARBARA PINA
Olá bom dia! Gostaria de parabenizá-los pela grande revista que são, assinei essa revista de presente para o meu namorado que se formou em História no final de 2008, eu tinha lido piauí na sua primeira ou segunda edição e tive certeza que era uma boa leitura para ele. Q uero muito aqueles boxes colecionáveis mas como ainda também sou recém formada, deixarei para uma próxima oportunidade rsrs. Sempre leio a revista quando pego ela depois de um mês ou dois na casa do meu namorado, ele têm o maior zelo por elas. O texto da revista é incrível, sempre penso: - Nossa que escritores mais eloquentes! Ontem tava lendo a reportagem da edição de maio :' TER 18 ANOS NA CIDADE GRANDE", foi irônico , meio adolescente não sei se ria ou chorava com minha própria condição, mas me fez pensar sobre várias coisas. Estou com 21 anos formada por uma universidade estadual e ganhando a mesma 'quantia' que aquela moça do call center e trabalhando mais do que 5:45h por dia, com possibilidades claro de muito em breve mudar tal condição, mas também sou formada em uma profissão não regulamentada o que não ajuda muito , mas eu amo e vou persistir, a reportagem foi inspiradora , também tenho um certo apego pela linha de ônibus que pego todo dia moro numa cidade vizinha a que eu trabalho..enfim me identifiquei muito com aquela fase pós adolescencia e pensei que a trilha sonora deve ser a mesma para todos nessa idades, eu escutava todas aquelas musicas há tres anos atrás hahahah. Também me fez pensar mais uma vez como a educação e o conhecimento são a forma mais democrática de se igualar as pessoas, aquela menina da periferia muito inteligente e com pais que pelo visto a proveram de uma educação ímpar,. Um metalúrgico e uma faxineira que tiveram uma filha só, e vão toda semana com ela a um evento cultural, o pai apesar de cansado não fica na frente da teve assistindo apenas ao futebol. Incrível ìncrivel. Conhecimento e cultura são tudo! Fico emocionada de como a educação é transformadora! Depois de ter um namorado professor cada dia admiro mais essa profissão de pesquisadores e homens e mulheres que lecionam, não sei se teria peito para tal.
Bruna Rangel Martins, Carambeí (PR)
ALLAN SIEBER
Gostaria de saber q falta de respeito á religião TÃO nítido como a que vcs fizeram com a igreja adv.do 7º dia ??? em uma MISERÁVEL sátira, historia em quadrinhos ??? ñ sou adv.MAS acho isso uma matéria miserável !!! Pobre de quem fez !!! que vergonha !!! Estudo jornalismo e achei isso uma PORCARIA !!! Me desculpem mas é INACEITÁVEL !!!
Alcione do Amaral , SÃO PAULO (SP)
A Descoberta do Ano
Quando fiquei sabendo da existênca dessa revista fiquei um tanto reticente quanto à qualidade da mesma. No entanto, foi só folhear as primeiras páginas da edição 33 pra deixar de lado todos os errôneos pré-julgamentos que outrora havia levantado. Seu conteúdo é ótimo porque inova nas coisas mais simples da vida, nas historias mais próximas que pareciam antes tão distantes da mídia. Confesso ter um único vício, a Revista Piauí.
Vinícius Gandolphi , Jaguariúna (SP)
O currículo da ministra Dilma Rousseff
A propósito da reportagem "Mares nunca dantes navegados", que está na atual edição nas bancas de piauí, recebemos uma carta de Denise Mantovani, assessora de imprensa da Casa Civil da Presidência da República. A carta, publicada abaixo, diz respeito ao seguinte trecho da reportagem de Luiz Maklouf Carvalho:
"O site oficial da Casa Civil informa que a ministra é "mestre em teoria econômica pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade". Na Plataforma Lattes, a base de dados de currículos e instituições das áreas de ciência e tecnologia, o currículo de Dilma Rousseff registra um mestrado em ciência econômica, na Unicamp, em 1978-1979, com a dissertação "Modelo energético do estado do Rio Grande do Sul", sob a orientação do professor João Manoel Cardoso de Mello. Informa também que ela começou, em 1998, um doutorado em ciências sociais aplicadas - mas não dá o nome do orientador nem o da tese de doutorado.
"Dilma Vana Rousseff nunca se matriculou em nenhum curso de mestrado na Unicamp", informou o diretor de registro acadêmico Antônio Faggiani. Pedi que, além de consultar no sistema informatizado, ele verificasse também o arquivo morto, que abriga os documentos em papel da Unicamp. Isso feito, Faggiani confirmou a informação: "O que existe, oficialmente, é a matrícula no curso de doutorado, em 1998, abandonado em 2004, quando acabou o prazo para a integralização dos créditos."
Ao saber da posição oficial da universidade, a ministra me disse: "Fiz o curso de mestrado, mas não o concluí e não fiz dissertação. Foi por isso que voltei à universidade para fazer o doutorado. E aí eu virei ministra e não concluí o doutorado." Em resumo, o site da Casa Civil está errado: Dilma não é nem mestra nem doutoranda.
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A ministra Dilma Rousseff foi aluna regular do curso de pós-graduação (nível Mestrado) em Ciências Econômicas da Universidade de Campinas no período de março de 1978 a julho de 1983 cumprindo todos os créditos exigidos pelo programa, conforme declaração nº 083/2009 assinada pelo coordenador de pós-graduação do Instituto de Economia da UNICAMP, professor doutor Carlos Antonio Brandão. No ano de 1985, a ministra foi convidada e assumiu a função de Secretária Municipal da Fazenda da Prefeitura de Porto Alegre, deixando em aberto a defesa da dissertação.
Ao retornar para a universidade, anos depois, foi aconselhada a ingressar no doutorado, uma vez que não era necessário a conclusão do mestrado para o ingresso no doutorado. A ministra cursou regularmente o doutorado na UNICAMP no período de 1998 a dezembro de 1999 cumprindo todos os créditos obrigatórios conforme declaração nº 084/2009 assinada pelo coordenador de pós-graduação do Instituto de Economia da UNICAMP, professor doutor Carlos Antonio Brandão. Novamente foi convidada a assumir uma função pública, como secretária de Minas, Energia e Comunicações do governo do Estado do Rio Grande do Sul, período 1999 - 2002, assumindo logo depois a função de ministra de Minas e Energia (2003). Da mesma forma não foi possível concluir a defesa do doutorado. Equivocadamente o site da Casa Civil informava que a ministra é "mestre". A informação já foi corrigida .
Denise Mantovani , Assessoria de Imprensa da Casa Civil, (PR)
BISCOITO GLOBO
Impressionante como um simples pacote de biscoito de polvilho ("O império global da mandioca", piauí_32, maio 2009) tem tanta história para contar. Raramente encontramos textos tão bons sobre assuntos tão simples! Quem depois de ler a matéria ficou com vontade de comer o biscoito? Acho que todos nós!
VANDERSON BELIGOLI, JUIZ DE FORA (MG)
DIALETO CARIOCA
O ponto fraco da revista é ser escrita em dialeto carioca. A matéria "Água dura em garrafa mole" (piauí_33, junho 2009), por exemplo, não faz o menor sentido para nós bandeirantes. Em apertada síntese, discute-se ali o consumo de água mineral engarrafada versus água "de bica" (sic). Ora, precisei recorrer à sambista mais próxima para entender que se trata de água de torneira. Para nós quatrocentões, "bica" é aquele lugar onde Anchieta saciava a sede em São Vicente - ou seja, a fonte de onde se colhe a água mineral da mon-tanha. O próprio Houaiss, pelo menos na edição vendida em São Paulo, só por extensão e como regionalismo admite "bica" como sinônimo de torneira. Para as próximas edições informo que "bombeiro" aqui onde a revista é mais vendida não designa o encarregado do conserto de bicas, digo, torneiras, mas o profissional que se utiliza da água que sai da epigrafada para apagar incêndios.
LUIZ ROBERTO DE ASSIS, SÃO PAULO (SP)
nota do editor: Ôrra, meu! Por não sermos (ainda) quatrocentões, bebemos água da bica, de torneira, de riacho, de fonte, de bebedouro e até mesmo de garrafa. Sempre com dois pastel.
DUBAI
Como esse relato veio a calhar ("Rachaduras no paraíso", piauí_33, junho 2009) em tempos de caminhos que nos levam até uma Índia e uma Dubai paradisíacas, em pleno horário nobre! Desde o filme Quem Quer Ser um Milionário? teço comentários entre os amigos comparando as duas obras: a indiana e a brasileira. Por trás de uma superprodução como a Dubai turística há sempre a exploração e opressão de milhares de pessoas que acham que esse "mundo de luxo e dólares" pertence a eles também. Mas não nos enganemos achando que é apenas no Oriente que os direitos humanos são desrespeitados. Entre morros, favelas, asfaltos e shoppings centers brasileiros, muita opressão e desrespeito circulam livremente. Isso aqui não é cinema nem novela.
ALEXANDRE GEISLER, SALVADOR
MOZART
Vivemos num país estranho. Os presidentes do Senado, da Câmara e da República são, realmente, pessoas fora da realidade. Daí a importância de Mozart, aquele que precisa pensar para que os outros ganhem ("O sacristão da Câmara", piauí_33, junho 2009). Ele se transforma no meu herói pes-soal, algo como um Superman do Planalto ou o Indiana Jones do Papel, pois, finalmente, alguém sabe para onde a coisa está indo, quem são os bandidos, quem são os mocinhos. É admirável que ele mantenha a boca fechada. Ele deve saber mais dessa montanha de crápulas do que os próprios. Parabéns a ele.
PAULO CESAR NOGUEIRA, ATIBAIA (SP)
QUESTÃO DE GEOGRAFIA (FAJARDO)
O que é, o que é?
- fica ao sul do seu ex-eu;
- está no centro, a oeste do seu grande ego;
- 32 anos de distância de hoje desde que existe no papel;
- dez bois pra cada cabeça de gente, distribuídos em seu corpitcho;
- bigodes nos corações dos comandantes;
- não vai ser subsede da Copa, ho-ho-ho;
- é mais esquecido que o Piauí, o maiúsculo;
- adora rir da má vontade geográfica da imprensa nacional;
- seus 350 mil quilômetros quadrados foram ignorados na página 44 da edição 32.
O que é, o que é, meus queridos pinguins?
PAULA BUENO_DA CAPITAL DESSE LUGAR AÍ
nota do editor: na matéria "Fajardo, in memoriam" (piauí_32, maio 2009) é citada a cidade de Jales, "quase divisa entre São Paulo e Mato Grosso". Como é sabido - menos por pinguins, que são ruins em geografia -, a cidade paulista de Jales fica a menos de 100 quilômetros da divisa com o Mato Grosso, aquele do Sul.
NORUEGA
Basta somente acordar na madrugada para perceber que o frio está cortando até os miolos. Meu quarto mais parece uma reprodução malquerida do deserto, em que o pó se transforma (horrivelmente) em areia, e existe aquele imenso N imaginário de "nada". Per Petterson conseguiu de tal modo reproduzir por que gosto e odeio o inverno, assim como gosto e odeio o verão ("A busca, noite adentro", piauí_32, maio 2009). Consegui sentir o cheiro das florestas, talvez até ouvir o alce mastigar lá na frente a poucos passos. O armário do quarto então virou uma árvore e, como árvore, quase caiu sobre mim (isso porque aliviei o peso dos cobertores que estavam na parte de cima, os quais toda a população de casa está usando). Me calo e procuro ouvir a solidão da floresta e ao mesmo tempo a solidão do deserto. O silêncio pode fazer barulho, e faz! Começa com aquele leve zumbido, dançante, ritmado. Logo mais, se torna um ato contínuo, inebriante. Depois de dois minutos percebo que é o ronco do meu irmão, no quarto ao lado. Então volto a mente novamente para o -estudo do nada, já que nada é nada. Com-preendo porque curso arquitetura - pa-ra entender o nada (que deve ser um parente próximo do vazio, que, por sua vez, se parece com uma faca que corta a noite, fria).
FILIPE FARIA, SÃO PAULO (SP)
DAPHNE MERKIN
Depois de me surpreender com os diários de João Carlos Carreira Alves (piauí_15) e Kenneth Tynan (piauí_13 e 14), veio o de Daphne Merkin ("Diário do fundo do poço", piauí-_33, junho 2009) para ficar entre as minhas matérias preferidas de todas as edições. Me encantei com a fraqueza e a força, traduzidas em palavras, da mente da autora. Incrível perceber como alguém pode transitar entre tantas linhas tênues: desejo e desistência, sanidade e loucura, medo e indiferença. Assustador entender tão perfeitamente a cabeça de alguém que sofre da doença do século (e da moda).
EDUARDA CELINO, CAMPINA GRANDE (PB)
BARBARA PINA
Tenho 43 anos e moro no Japão há dezenove anos. Periodicamente volto ao Brasil para visitar familiares e amigos. Ao ler o relato da Barbara ("Ter 18 anos na cidade grande", piauí_32, maio 2009), vi a minha história de auxiliar de escritório de vinte anos atrás. Nada mudou, só a tecnologia. Força, Barbara.
NEI SCHIMADA_HAMAMATSU-SHI/JAPÃO
Delicioso ler o artigo dessa adorável garota de 1,48 metro, ou como ela mesma se descreve: "Eu sou baixa, gorda, negra (segundo o Censo eu sou parda), tenho cabelo crespo e nunca quis ser diferente." Foi um elixir para a alma. E eu, que nem sabia onde ficava o Imirim, fui ver no mapa da cidade. Moro na Zona Sul, e a Zona Norte é a que menos conheço. "Como essa cidade é louca", né Barbara? Não conhecemos metade dela. Mas como você, eu a adoro também.
Desista das artes plásticas e vá ser escritora, menina, talento não lhe falta. Você é uma ótima observadora, tem uma sensibilidade ímpar para captar a essência das coisas mais simples e transformá-la em matéria escrita com um imenso impacto emocional. Vê-se também que você não está presa às amarras idiotizantes do politicamente correto. E sobretudo tem qualidades adicionais: um bom gosto musical e um ótimo senso estético. O título você já tem: "Casos do 967A". Com certeza não serei eu seu único leitor.
Por fim, tome cuidado com os professores de geografia e história. Quase todos eles são da esquerda jurássica e raivosa. Odeiam as democracias ocidentais (são burguesas, sabe-se lá o que isso quer dizer) e amam de paixão o regime cubano e o seu ditador, o Coma Andante Fidel, que está no poder desde 1959 e é responsável pelo assassinato de mais de 100 mil pessoas. Sei que você é por demais inteligente para cair na armadilha deles, de odiar tudo o que é americano pela única razão de ser americano; mas não custa alertá-la.
OSVALDO P. CASTANHA, SÃO PAULO (SP)
MARX + ENGELS + LÊNIN = SALA E 2 QUARTOS
Deixa ver se eu entendi (piauí_32, maio 2009): quatro comunistas brigando pelo direito sobre uma propriedade privada?
DIOGO ASSUMPÇÃO REZENDE DE ALMEIDA, RIO DE JANEIRO (RJ)
QUEBREI O PINGUIM
Uma pessoa que eu simplesmente amo, e que adora a revista de vocês, ganhou um pinguim da piauí. Acidentalmente, quebrei a bendita peça e por conta disso nosso namoro quase acabou. Gostaria de saber se existe a possibilidade de vocês me enviarem, até o Dia dos Namorados, um pinguim substituto.
WILSON SANTANA SOARES, CUBATÃO (SP)
nota do editor: feito, pinguim-cupido entregue a tempo. Soldamos um caso de amor inquebrantável.
ARQUITETURA DO SENADO
Convido os leitores da revista piauí a me apoiarem no pedido para que esta revista lance um novo concurso de arquitetura: concurso de idéias para reutilização da cúpula do senado (vale-cafezinho cultural, choperia, pista de skate etc.).
Convocamos todos os arquitetos para a participação neste importante concurso que pretende levar a população brasileira a repensar qual a utilidade do Senado. Não basta uma ampla Câmara de Deputados? A cúpula do Senado é um espaço de forte imagem cívica para o povo brasileiro e um ícone arquitetônico. Que nós arquitetos façamos desta ligação entre arquitetura e política uma oportunidade para nos articularmos politicamente. Arquitetos, façam suas propostas!
RENATO PIMENTA_LONDRES/REINO UNIDO
nota do editor: Passagem aérea para a visita do local não está incluída.