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Cartas


NOVEMBRO
ARTE
Olá, eu sou o Vinícius. Tenho 11 anos e estudo no SESI-240 na 5ª série. Gostei muito da revista e muito da parte que fala do grafiteiro Banksy porque eu acho que o grafite é uma arte, uma arte muito importante pela qual você pode se expressar.
Vinícius Moreira, Ferraz de Vasconcelos (SP)

GRAFITES E ILUSTRAÇÕES
Me chamo Luiza Rossi Alves Costa e estudo no SESI-240 na cidade Ferraz de Vasconcelos. Na aula de português, eu e meus colegas trabalhamos com a Revista Piauí !!! Gostei muito dessa revista pois fiquei sabendo que existe grafiteiros que falam do que esta acontecendo de uma forma ilustrativa!!
Luiza Costa, Ferraz de Vasconcelos (SP)

COMPREI UMA!
Me chamo Gabriela Alves Muraro e estudo no SESI-240 em Ferraz de Vasconcelos. Na aula de português, trabalhamos com a revista Piauí que fala sobre grafiteiros!!! Eu gostei tanto que ate comprei uma!!!!

Gabriela Muraro, Ferraz de Vasconcelos (SP)

SEMPRE QUIS...
Me chamo Adriane Vilanova Santos e estudo no SESI-240 Ferraz de Vasconcelos. Na aula de língua portuguesa, estamos trabalhando com a revista Piauí que fala sobre grafiteiros! Eu gostei muito pois sempre quis saber sobre grafiteiros!!
Adriane Santos, Ferraz de Vasconcelos (SP)

RATO REAL
Meu nome é Karen e estou mandando esta carta para falar sobre o grafiteiro Banksy. Adorei este artigo e um dos grafites que eu gostei foi o do rato. São grafites muito legais e parecem que são reais. Estou na 5 serie A do SESI-240 e o professor de língua portuguesa passa todo mês a revista para lermos.
Karen dos Santos, Ferraz de Vasconcelos (SP)

SESI-240
Olá meu nome é Gabriela Macedo Pereira. Estou na quinta série e estudo no SESI-240. Na aula de Língua Portuguesa, estudamos o Banksy, que é muito bom em suas obras. Lá, na parede, ele coloca o que pensa sobre vários fatos. Ele quer mostrar às pessoas a justiça e o que acontece com os povos mais pobres.
Gabriela Macedo Pereira, Ferraz de Vasconcelos (SP)

ESQUISITO
Olá. Meu nome é Gustavo Ponciano Mota. Estudo no SESI-240 Ferraz De Vasconcelos e estou na 5ªsérie. O professor de Lingua Portuguesa está trabalhando com esta revista e eu gostei muito dela. Os desenhos do Banksy são muito reais e ele mostra o que está acontecendo no nosso dia-a-dia. Eu até pensei que era real... Eu acho esquisito ele se esconder, só ter dado uma entrevista,mesmo assim ele está de parabéns.
Gustavo Mota, Ferraz de Vasconcelos (SP)

CONTINUAREMOS
Olá. Meu nome é Leticia. Sou estudante, tenho 12 anos e estudo no SESI -240 em Ferraz de Vasconcelos. Meu professor de lingua portuguesa leu um texto muito interessante sobre o grafiteiro Banksy e eu adorei. É um texto muito legal que não é muito visto em revistas. É ótimo para estudantes da minha série. Continuem publicando textos imformativos como esses para ler e refletir.
Letícia Lacerda, Ferraz de Vasconcelos (SP)

NA QUINTA SÉRIE...
Olá meu nome é Larissa Moreira de Brito e tenho 11 anos. Estudo no SESI de Ferraz de Vasconcelos estou na quinta serie. Nas aulas de Língua Portuguesa nós vimos os grafites de Banksy. ele é muito bom em suas obras. Nelas, retrata fatos do cotidiano, também mostra que os pobres tem seus direitos como qualquer um e fazem coisas muito bonitas como o Banksy.
Larissa Moreira de Brito, Ferraz de Vasconcelos (SP)

O ZORRO DO GRAFITE
Olá meu nome é Ericles e tenho 11 anos.Estou mandando esta carta por que meu Professor de Língua Portuguesa mostrou em sala a revista Piauí e a matéria sobre o grafiteiro Bansky (Edição 26). Como pode alguém tão famoso não ser reconhecido? Ele é o Zorro do grafite, traz a verdade para quem não sabe! Esta revista é incomum traz o que ninguém sabe ao contrario de outras revistas! Parabéns!
Ericles Nunes, Ferraz de Vasconcelos (SP)

GRAFITE EM AULA
Oi! Tudo bem com vocês? A revista Píaui é legal e muito interessante. O meu professor de Língua Portuguesa mostrou para minha sala vários grafites do Banksy. A revista é super legal vocês estão de parábéns.
José Landa, Ferraz de Vasconcelos (SP)

BUSHI
Estudo no SESI 240, estou na 5°série e meu professor de lingua Portuguêsa trabalha todo mês com uma revista Piaui. Eu gostei muito da edição 26. O grafite de Banksy está perfeito, fala do capitalismo que é relacionado à crise financeira. Por outro lado mostra a crueldade de Jorge Bushi,contra as pessoas.
Bruno Manoel de Souza Augusto, Ferraz de Vasconcelos (SP)

OUTRA
Meu nome é Germana. tenho 12 anos e nas aulas de Língua Portuguesa do C E SESI-240 lemos a edição 26 da revista sobre o grafiteiro Banksy. Eu achei os grafites dele muito interessantes. É muito real e nem parece grafite.
Germana Aparecida, Ferraz de Vasconcelos (SP)

O PROFESSOR
Olá amigos da Revista Piauí. Meu nome é Marcos Kovac e sou professor de Língua Portuguesa da Rede SESI. Todo mês, gosto de ler algumas reportagens da Piauí para que meus pequenos educandos possam ter a oportunidade de pensar e refletir de maneira efetiva a sua realidade e de seu país e, porque não(?), do mundo. Vocês têm nos ajudado muitíssimo, com a qualidade e inovação que atraem os olhares infantis e adultos. Quero um país mais justo e uma democracia de verdade, mas como dizia a minha avó: de querer morreu o burro, por isso não fico só no querer mas estamos no agir e efetuar, por isso pedi para que meus alunos fizessem a sua primeira manifestação crítico-social por meio da coluna Cartas da Piauí que nos brinda mensalmente com tanta qualidade crítica. Obrigado pelo espaço, meus sinceros votos de crescimento e congratulações pelo trabalho que vocês têm realizado.
Professor Marcos Kovac, Ferraz de Vasconcelos (SP)

PARABÉNS
Olá, meu nome é Paula. Estudo no SESI-240, sou da 5ºA e tenho11 anos. O professor de Lingua Português todo mês leva a revista Piaui e a lê para nós. Esta semana ele leu sobre um artista grafiteiro Banksy e eu gostei porque os desenhos grafitados parecem realidade e Banksy faz desenhos que já acontece há tempos.
Paula Caroline

VIVA BANSKY
Olá. Meu nome é Gabriela Fontana. Estou na quinta série e, nas aulas de português, nós vemos todo mês a revista. Nesse mês, nós vimos o trabalho do grafiteiro Banksy. Bom eu acho que a arte é a opinião do grafitero sobre o capitalismo, a representacão do desenho é muito boa. O grafiteiro fala sobre o que acontece no dia-a-dia. Os grafites que ele faz parecem reais não só pelo desenho e sim pelo oque ele quer mostrar.
Gabriela Fontana

RATO CAPITALISTA
Meu nome é Thais dos Santos Lima, tenho 11anos e estudo no SESI de Ferraz de Vasconcelos-SP.
Estou mandando este e-mail para comentar o texto que o meu professor de lingua portuguesa leu.
Ele leu sobre o grafiteiro Banksy. Esse grafiteiro é muito famoso, pois ele faz uns grafites que parecem reais. Tem um que era de um rato. Esse rato mostra o capitalismo, o quanto as pessoas sofrem por isso pois tem pessoas que tem inveja da outra. O desenho se referia a isso, e eu gostei muito, pois as pessoas têm que se contentar com o que têm. Não ficar com inveja do outro.
Thais Lima, Ferraz de Vasconcelos (SP)

MAIS BANSKY
Gostei muito do que o Banksy faz. É arte, mas muita gente não acha isso, ele desenha a realidade, o que ele quer dizer a todos.
Giancarlo Vinícius

BANSKY
Adorei a reportagem "A marca do zorro", é muito realista e o Banksy é um dos militantes contra a corrupção.
Leila Lima

PIXAÇÃO
Por meio desta a minha opinião enquanto a PIXAÇÃO ou a arte de grafitar. Eu acho muito criativo a forma de usar cultura com a arte, mas sei que em alguns lugares é considerado como vandalismo e não muito agradavel. Muitas vezes o grafite é uma forma de se expressar, normalmente usado em periferias. Para mim, não é uma forma culta de se expressar, porém em alguns lugares não são aceitos, e por fim denominados até como crime. As vezes eu acho muito feio, mas muitas vezes incluem situações da vida que têm que ser adotadas.
Emanuel Almeida

MAIS ESCOLA
Olá! Eu sou a Carolina. Tenho 11 anos e estou na 5 série. Nas aulas de língua portuguesa, todo mês, o professor mostra imagens. Os grafites da revista, na minha opinião, são muito diferentes e interessantes. As imagens mostram a realidade e o que aconteceu e continua acontecendo. Quem pintou foi o grafiteiro Bansky. Muito legal e divertido!
Carolina Freire

MOSSAD
A dramática história relatada na revista Piauí, edição de setembro, leva o leitor à seguinte pergunta: quem somos nós, os seres humanos? Únicos seres dotados de razão, dizem os filósofos. Diante da afirmativa filosófica talvez alguns se envergonhem de serem quem ou o que são e alguns provavelmente sequer percebem que chamá-los de racionais implica dizer que não são merecedores da nomenclatura "seres humanos, animais racionais". Acredito ser este o caso do agente Youssef/ Kleber/ Kalev que muito embora tenha demonstrado grande habilidade na arte da manipulação mental, utilizando-se para isso do poder que o raciocínio traz ao indivíduo, esqueceu-se de que tal poder deve ser utilizado em função do bem estar pessoal, mas também, primordialmente coletivo. Utilizar-se erroneamente da razão traz conseqüências, muitas vezes, irreversíveis. É um jogo mental perigoso! Youssef/ Kleber/ Kalev aproveitava-se da fragilidade de mulheres carentes induzindo-as a fazerem tudo o quanto ele quisesse. Delas, ele conseguia até suas vidas porque é da natureza do ser humano acreditar no outro até que se prove não ser ele digno da confiança que lhe tenha sido depositada. Com o decorrer dos anos aprendemos que não é tão simples, que infelizmente existem pessoas mentirosas e manipuladoras, contudo quando nos sentimos sós e carentes, tendemos a esquecer tal aprendizado, ficamos vulneráveis e isso ocorre exatamente porque somos seres essencialmente sociais. É difícil à nossa raça viver sozinho e se nos sentimos carentes, então podemos nos tornar alvos fáceis aos Youssefs da vida. Kleber sabia disso e agarrou-se ao poder da mente para conseguir o que queria. Cercou pessoas que detinham algumas das qualidades que mais fragilizam a razão, quais sejam: a carência afetiva/amorosa, a insegurança emocional e, por vezes, a ausência de beleza estética, juntando a tudo isso a oferta do par perfeito, da pessoa desejada, idealizada por seus alvos, "era o protótipo do príncipe encatado". É o poder da mente, a razão sendo utilizada de forma errônea!
Ao Youssef faltou sensibilidade para entender que razão difere de instinto e que a primeira é digna de nós, seres humanos, enquanto a segunda enjaula os animais.
Rosilene Cardoso, Rio de Janeiro (RJ)

ABAIXO GOTLIB!
Distraído sim, mas não sou bobo... não gosto do Gotlib porque falta alguma coisa com o que se identificar... e digo isso em nome do povo brasileiro. Todo. Mas, se conhecem o Laerte e ainda insistem no Gotlib, aí é caso de internação mesmo... ou nepotismo. Sei lá. Fora com o Gotlib, pelo menos, da Piauí, oras...
Luis Carlos Heringer, Manhumirim (MG)

NA ESCOLA
Olá meu nome é Marcelo, estudo no C.E.SESI - 240 e estou na 5ª serie. Nas aulas de Língua Portuguesa, o professor começou a nos mostrar a revista Piaui, que e trabalhada todo mês. Na edição 26, nós descobrimos e aprendemos a historia do grafiteiro Banksy. Descobrimos que seus grafites são relacionados á politica e que ele viaja por várias cidades do mundo para grafitar sobre a politica. Gostei muito de suas obras, que são uma forma de critica em um lindo desenho.
Marcelo

PORTUGUÊS
Estou na 5º série e todo mês nosso Professor de Lingua Portuguesa trabalha com a revista Piauí. Na aula passada nós aprendemos sobre o grafite. Eu gostei muito do trabalho e também de seu ponto de vista sobre a política. Também gosto muito dos grafites por que eles são muito perfeitos e mostram um dom para arte. O que eu mais gostei foi de como Banksy expressa sua arte com a política.
Lucas Bezerra, São Paulo (SP)

A PRIMEIRA VÍTIMA
O botox foi a primeira vítima da crise, pois ele tanto servia para esconder as rugas dos presidentes como serviram de exemplo para eles também tentarem amenizar a crise. Da mesma forma que o efeito do botox é temporário, de certa forma a crise também o é.
MAYARA DO NASCIMENTO SILVA, Ferraz de Vasconcelos (SP)

INSTABILIDADE EMOCIONAL
Não sei se foi devido a alguma instabilidade emocional, mas, no metrô, comecei a rir descontroladamente ao ler The piauí Herald (piauí_25, outubro 2008). Tive que guardá-la porque as pessoas já estavam se afastando de mim.
ROGÉRIO AUGUSTO DE SOUSA, Rio de Janeiro (RJ)

O CASEIRO FRANCENILDO
A reportagem sobre o Francenildo, Francelino, Lino, enfim, ficou fantástica (“O caseiro”, piauí_25, outubro 2008). Acho que, só de ler, consegui sentir uma fração da humilhação que ele viveu. Além do suspense, da -emoção, do estresse. O mundo precisa de profissionais para investigar e acompanhar, ano após ano, esses acontecimentos da vida pública que destroem pessoas.
CAROLINA MESTRINER, São Paulo (SP)

O CASEIRO I
Parabéns pela matéria. De uma coisa temos certeza: o depoimento que ele deu sobre o ex-ministro Antonio Palocci foi verdadeiro. Se foi comprado ou não, nunca saberemos. Mas que importância tem isso diante da verdade?
LOURDES MACHADO VOLPATO, Pato Branco (PR)

O CASEIRO II
O BlogBrasil, de Época, não estreou com os extratos do caseiro Francenildo dos Santos Costa. Seu post de estréia falava sobre o plano de governo do candidato do PSDB à presidência. Após a estréia do blog, entrou no ar o post sobre Francenildo. Na ocasião, quem ouviu a versão do suposto pai biológico de Francenildo não foi Andrei Meireles, mas um jornalista que deixou Época anos depois. Há na reportagem uma insinuação a respeito de um encarte publicitário da Caixa Econômica Federal, publicado na edição de Época posterior a que revelou os extratos. O encarte foi contratado mais de um mês antes que qualquer brasileiro tivesse ouvido falar de Francenildo Costa. A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República confirma o rigor da apuração de Andrei Meireles. De resto, sua competência e seriedade são reconhecidas em todo o meio editorial.
HELIO GUROVITZ, DIRETOR DE REDAÇÃO DE ÉPOCA, São Paulo (SP)

O CASEIRO III
Navegando por entre os labirínticos porões do centro do poder, o trabalho investigativo de João Moreira Salles é primoroso. E os personagens assustadores da trama, cercando o caseiro, apertam o coração da gente.
YOLANDA DE OLIVEIRA AZEVEDO, São João da Boa Vista (SP)

CRÍTICO PROCURA
Particularmente boa a edição hamletiana (piauí_24, setembro 2008). A revista embasou as informações que costumo passar a meus alunos de história do teatro sobre a motivação bélica de Laurence Olivier ao fazer Henrique V, ou a razão da leitura freudiana de seu Hamlet. Uma coisa me intrigou: Por que apenas lamentar Sábato Magaldi como “o último crítico”? Procurei merecer a função de crítico nos últimos oito anos, na Folha de S.Paulo. Por que não criar o cargo de crítico de teatro na piauí? Abram a vaga, senhores. Competirei.
SÉRGIO SALVIA COELHO, São Paulo (SP)

ESPECIAL E PRÉ-SAL
Como leitor da revista desde o número 1, fiquei preocupado com o significado da frase colocada na capa da edição número 25: “Edição especial e pré-sal de segundo aniversário.” Espero que o objetivo da frase não tenha sido o de dizer que a piauí está chegando ao fundo do poço, e sim que abaixo dela (da capa) há uma riqueza a ser explorada.
AFRÂNIO BRENELLI, Niterói (RJ)

AMANTE DE ZÉ FIDÉLIS
Ao ver o nome “Houbigant” na reportagem “A forma das fragrâncias” (piauí_24, setembro 2008), bateu-me efeito semelhante ao da madeleine em Marcel Proust. É que, lá pelo ano de 1946, aos 12 anos, o menino que ora lhes escreve era leitor do jornal humorístico Governador. O maior de seus humoristas era o Zé Fidélis, que imitava um português. O Zé Fidélis canta-va, em um programa de rádio, este fado: “... e ela disse, meu amante, esse cheiro que tu sentes, é perfume de Houbigant.”
JOSÉ LOUBEH, Uberaba (MG)

NATASHA
Lemos com muito prazer o belo conto de Vladimir Nabokov, “Natasha” (piauí_25, outubro 2008). No entanto, a revista deu uma informação incompleta: Nabokov teve uma de suas obras mais importantes publicada no Brasil, no final da década de 90, pela L&PM Editores. Trata-se do romance A Defesa, traduzido primorosamente por Luiz Fernando Brandão.
VERA REGINA SHIDA, Porto Alegre (RS)

DEIXEMÔ-LA
É verdade que não acertei a resposta a respeito de palavras não-dicionarizadas – as que julgava não constarem do nosso léxico encontrei, posteriormente, no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras (piauí_25, outubro 2008). Em face da magnanimidade da revista, no entanto, creio-me merecedor do prêmio, a assinatura anual da revista, tendo em vista que encontrei em seu comentário uma palavra que não existe em qualquer dicionário: “deixemô-la”.
SÍLVIO NEVES FERREIRA, Campinas (SP)

A GARGALHADA CONTINUA
Conheci a piauí através de um ex-namorado. O namoro acabou, mas a paixão pela revista continuou. Notei o aumento no preço, mas a revista está impagável. Eu e meu filho, Felipe, de 15 anos, demos boas gargalhadas com “Eles não valem nada” (piauí_24, setembro 2008).
SILVIA LEITÃO, João Pessoa (PB)

ISENÇÃO E INDEPENDÊNCIA
Com relação às levianas especulações sobre suposta pressão que a TV Globo teria feito no caso do médico Joaquim Ribeiro (“A escolha de Joaquim”, piauí_25, outubro 2008), envolvendo parente de nossos funcionários, basta verificar o amplo noticiário que demos a respeito para se confirmar a isenção e a independência que caracterizam o comportamento da TV Globo.
LUIS ERLANGER, CENTRAL GLOBO DE COMUNICAÇÃO, Rio de Janeiro (RJ)

E AÍ, PRIMO?
Adorei a matéria “Exéquias” (piauí_24, setembro 2008). Gosto muito de animais e me aflijo só de pensar na morte, inevitável um dia, de minha cadela. Mas algo me inquietou além dessa aflição, perceber que o autor pode ser meu primo. O nome é o mesmo dele, e o sobrenome também. A pergunta que não quer calar é: E aí, tu és tu mesmo, Dafne?
VINICIUS CARLOS SAMPAIO MOTA, Fortaleza (CE)

CARO SÁBATO MAGALDI,
Nosso único encontro se deu quando você e sua esposa vieram assistir a um dos nossos espetáculos no Théâtre du Soleil, em Paris. Lembro-me de que vocês vieram conversar comigo ao final da peça. O carinho com o qual você foi recebido por nós era, de minha parte, também uma homenagem ao amigo respeitado e querido de meu pai, Pedro Octávio Carneiro da Cunha. Ao ler a reportagem “O último crítico” (piauí_24, setembro 2008), tive um choque: jamais pensei em xingar qualquer pessoa, quanto menos você.
Sinceramente,
JULIANA CARNEIRO DA CUNHA, Paris

GOTLIB CHANTAGISTA
Gotlib emprestou dinheiro para criar esse mensário? É caso de alguém importante daí? Está chantageando vocês? É um figurão disfarçado do governo? Que fato terrível possibilita sua permanência na publicação?
PAULO SERGIO DE AZEREDO COUTINHO, Rio de Janeiro (RJ)
nota do editor: além de figurão do governo, Gotlib é caso de alguém aqui.

O AUTOR! O AUTOR!
Depois de anos sendo mal utilizada, a fotografia volta a ser bem aproveitada na imprensa brasileira. Mas um vício continua: o nome do autor de imagens jamais tem o destaque merecido. Na piauí, pensei que seria diferente. Mas, tendo acompanhado essa bela revista desde o primeiro número, constato que o mesmo mal a ataca. Basta observar, na edição passada, os belos retratos de Luis Stuhlberger, feito por Egberto Nogueira, e Francenildo dos Santos Costa, realizado por Orlando Brito. Duvido que a maioria dos leitores tenha sabido que seus autores foram esses dois talentosos fotógrafos. Não importam os créditos na seção Colaboradores. Os para valer são aqueles estampados na matéria.
CRISTIANO MASCARO, São Paulo (SP)
nota do editor: ESCLARECIMENTO:
A reportagem “O caseiro” (piauí_25, outubro 2008) afirma que, no inquérito da PF, está registrado que os dados fiscais e tributários de Francenildo dos Santos Costa foram acessados pela Receita “quase dois dias antes” de a Caixa Econômica Federal quebrar o sigilo bancário dele. Na verdade, a Receita investigou os dados de Francenildo quase doze horas antes de a Caixa violar o sigilo.

 

 

Por questões de clareza, Piauí se reserva o direito de editar as cartas selecionadas para publicação. Não deixe de informar a cidade e o estado de onde escreve.

 
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